Todos os dias, a cada minuto, informações de variadas fontes, de diversas maneiras, nos alcançam e somos obrigados a reagir - a todo momento. Simples, a fórmula: para cada ação, uma reação. Por isso a necessidade iminente de filtrar as informações que recebemos, o que nem sempre é possível. Talvez por isso eu prefira a mídia impressa, escolher a notícia que vou absorver, o bom e velho jornal de papel, a revista, o site, em detrimento dos telejornais onde a rapidez da fala do apresentador invade a mente com aquela informação desnecessária, de conteúdo agressivo e aí, a coisa já aconteceu...apenas resta mudar o canal ou desligar a TV. São os detalhes que formam o todo e esse detalhe - o da qualidade da informação - de algum tempo para cá, passou a ser objeto de minha atenção. Aprendi a ter uma visão mais crítica quanto a necessidade de saber determinadas notícias - a perguntinha "Em que isso vai melhorar a minha vida ou dos que me cercam?" cai muito bem, sempre. É fato que não defendo a alienação em relação aos acontecimentos que nos rodeiam, muito pelo contrário - leia o título da notícia, selecione e continue em frente...
Nesse tempo de informações globalizadas, de notícias de último minuto, devemos olhar para dentro mais atentamente pois é muito possível que o excesso de informação desnecessária esteja tomando o lugar onde deveria haver paz e tranquilidade. Essa é a nossa maior contribuição para a mudança do estado de espírito da humanidade em geral - a começar por nós mesmos.