A busca do prazer... em todos os sentidos!
Já parou para pensar nas coisas que te dão prazer? Não estou falando em prazer sexual, masculino, mas sim nas pequenas atitudes do dia a dia, nos detalhes, nuances, obsevar o bom, o belo e tudo de bem que a vida tem a oferecer? Vou parafrasear aquela propaganda da Credicard (sem receber nenhum royalt´s)e elencar algumas situações que para mim são fontes de prazer que muito possivelmente serão para algumas de vocês...
1. Preparar delícias feitas por vc mesma e receber amigas em casa para comemorar seu aniversário, sem a menor pretenção e receber elogios a tarde inteira (não tem preço!)
2. Observar a beleza de um jardim que acabou de ser reformado...
3. Viajar com as pessoas que mais ama neste mundo...
4. Roupa nova, sorriso de criança e toalha com cheiro de amaciante (essa é pra Sô) - não tem preço!
5. Fazer o bem, sem olhar a quem, sem esperar retorno - só imaginar a satisfação da pessoa que recebeu essa dádiva...(não tem preço!)
A lista pode ser muuuito grande... se for elencar tudo o que me dá prazer ela se tornará imensa! O objetivo é fazer pensar todas as pessoas que possivelmente leiam esta mensagem a realizarem parte destas atitudes e repensarem seu quotidiano - o que podem melhorar, modificar e reeditar - para absorverem tudo o que a vida tem a oferecer de melhor, de mais humano, o mais belo, o mais que perfeito! Viva sua vida com toda a autoridade que deve ser vivida - não como mero coadjuvante! Quem escreve nossa história somos nós mesmos, nós temos o poder de decidir se seremos vítimas ou vitoriosos em todas as situações que vivenciamos. Basta acender a luz da consciência em todas as situações e saberemos exatamente em que papel estamos atuando...cabe a nós a decisão.
Viva intensamente, a dádiva da vida que nos foi dada não é por mero acaso. Comemore cada vitória, cada objetivo alcançado, toda manhã, todas as noites de repouso, todos os sonhos sem nexo. Desconhemos o objetivo de tudo isso e cabe a nós apenas vivenciarmos todos eles da melhor maneira possível.
O objetivo é este - progredir sempre, pensando no próximo e em nossa evolução!
É o que desejo à todos, em mais um ano gregoriano (que realmente não sei se está correto ou não, vide tantas formas de contagem do tempo...calendário islâmico, judaico, arábico, etc...).
Ser feliz - este é o grande plano divino pra todos nós, resultado de Sua criação! Então...façamos a nossa parte!!!
Feliiiizzzzz 2010!!!!!!!!!!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Cazuza ainda gera assunto...
Recebi esta mensagem em meu e-mail pessoal e quero compartilhar com vocês (por questão ética, não vou informar o nome da autora)
REFLEXÃO...
É ... DEVIAM COLOCAR o texto abaixo NUM OUTDOOR LÁ NA PRAÇA CAZUZA, NO LEBLON...
Psicóloga x Cazuza!
Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei c om uma coisa estarrecedora .. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
C om o podemos cultivar um ídolo c om o Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal c om o ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) c om conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter c om o exemplo?
Cazuza só c om eçou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, c om o sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo c om o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada c om o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não c om eçasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de b om para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
C om o ensina o c om ercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'
Bem, segue minha resposta:
Cazuza é fruto de uma geração que começou a questionar os conceitos herdados de seus ascendentes e resolveu confrontá-los através dos exageros típicos dos anos 80, presente na maneira de vestir (roupas coloridas DEMAIS, largas, com ombreiras, etc), cabelos estranhos, músicas bizarras, liberação homossexual, inovações tecnológicas, etc. Por consequência, seu comportamento estava coerente com a época em que ele viveu, estava dentro deste contexto. Hoje em dia, pelo menos na vida de pessoas conscientes, não há espaço para excessos. Isso ficou para trás, há exatos 20 anos. Acredito que só por isso já se justifique criar um filme sobre sua vida.
Não concordo com suas atitudes (no caso, do Cazuza). Fui adolescente nesta época e não convivi com pessoas que tenham tido atitudes sequer parecidas com as dele. Também não concordo com a opinião da psicóloga (autora do texto) em recriminar seus pais pois é muito simplista jogar a culpa na mãe, na educação permissiva, sem imposição de limites ou na ausência do pai. Quantas pessoas possuem tudo isso e mesmo assim não são adultos psicologicamente sadios... Não concordo em julgar as pessoas, não somos aptos a julgar ninguém. No caso do filme, o que podemos usar para direcionar o entendimento de nossos filhos é justamente o anti-exemplo da conduta que essa pessoa adotou, refletir sobre as consequências de suas atitudes impensadas. Agora, querida, ter Cazuza como exemplo de vida, sinto muitíssimo! Ele pode ser sim um ídolo da música - e pára por aí. Se misturarmos o estilo de vida com o talento musical, não salvamos nenhum grande artista contemporâneo. Vale a pena citar alguns (e veja, malucos não apenas no Rock, tem também samba, bossa nova, a corretíssima Jovem Guarda...)
Elvis Presley, John Lennon, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Janis Joplin, Jim Morrisson, Maysa, Elis Regina, Cássia Eller, Michael Jackson, Raul Seixas, Zeca Pagodinho, Marcelo D2, Amy Winnehouse, e muitos outros.
Acredito que devemos escolher exemplos edificantes para pautar nossas vidas. A começar por Jesus Cristo e, por seguinte, espíritos mais elevados - Gandhi, Madre Tereza, Budha, Dalai Lama e outros verdadeiramente dedicados a melhoria de nossa condição de seres humanos.
Quanto ao termo "juventude transviada" acredito que se trata de uma giria usada nos anos 70. Isso explica um pouco a visão dela sobre o filme. Agora, usar uma frase de comercial para sustentar seu raciocínio, é, no mínimo, lamentável. Vamos consultar Aristóteles para nos socorrer...
" O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete".
REFLEXÃO...
É ... DEVIAM COLOCAR o texto abaixo NUM OUTDOOR LÁ NA PRAÇA CAZUZA, NO LEBLON...
Psicóloga x Cazuza!
Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei c om uma coisa estarrecedora .. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
C om o podemos cultivar um ídolo c om o Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal c om o ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) c om conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter c om o exemplo?
Cazuza só c om eçou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, c om o sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo c om o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada c om o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não c om eçasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de b om para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
C om o ensina o c om ercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'
Bem, segue minha resposta:
Cazuza é fruto de uma geração que começou a questionar os conceitos herdados de seus ascendentes e resolveu confrontá-los através dos exageros típicos dos anos 80, presente na maneira de vestir (roupas coloridas DEMAIS, largas, com ombreiras, etc), cabelos estranhos, músicas bizarras, liberação homossexual, inovações tecnológicas, etc. Por consequência, seu comportamento estava coerente com a época em que ele viveu, estava dentro deste contexto. Hoje em dia, pelo menos na vida de pessoas conscientes, não há espaço para excessos. Isso ficou para trás, há exatos 20 anos. Acredito que só por isso já se justifique criar um filme sobre sua vida.
Não concordo com suas atitudes (no caso, do Cazuza). Fui adolescente nesta época e não convivi com pessoas que tenham tido atitudes sequer parecidas com as dele. Também não concordo com a opinião da psicóloga (autora do texto) em recriminar seus pais pois é muito simplista jogar a culpa na mãe, na educação permissiva, sem imposição de limites ou na ausência do pai. Quantas pessoas possuem tudo isso e mesmo assim não são adultos psicologicamente sadios... Não concordo em julgar as pessoas, não somos aptos a julgar ninguém. No caso do filme, o que podemos usar para direcionar o entendimento de nossos filhos é justamente o anti-exemplo da conduta que essa pessoa adotou, refletir sobre as consequências de suas atitudes impensadas. Agora, querida, ter Cazuza como exemplo de vida, sinto muitíssimo! Ele pode ser sim um ídolo da música - e pára por aí. Se misturarmos o estilo de vida com o talento musical, não salvamos nenhum grande artista contemporâneo. Vale a pena citar alguns (e veja, malucos não apenas no Rock, tem também samba, bossa nova, a corretíssima Jovem Guarda...)
Elvis Presley, John Lennon, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Janis Joplin, Jim Morrisson, Maysa, Elis Regina, Cássia Eller, Michael Jackson, Raul Seixas, Zeca Pagodinho, Marcelo D2, Amy Winnehouse, e muitos outros.
Acredito que devemos escolher exemplos edificantes para pautar nossas vidas. A começar por Jesus Cristo e, por seguinte, espíritos mais elevados - Gandhi, Madre Tereza, Budha, Dalai Lama e outros verdadeiramente dedicados a melhoria de nossa condição de seres humanos.
Quanto ao termo "juventude transviada" acredito que se trata de uma giria usada nos anos 70. Isso explica um pouco a visão dela sobre o filme. Agora, usar uma frase de comercial para sustentar seu raciocínio, é, no mínimo, lamentável. Vamos consultar Aristóteles para nos socorrer...
" O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete".
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Primavera na alma
"Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores"
William Shakespeare
Quantas frases como esta nos alcançam e calam fundo em nossa alma? Por que temos tanta resistência em interioriza-las e realmente mudarmos essa postura de sempre encontrar causa externa para o que nos aflige? Alcançar o equilíbrio emocional requer um constante exercício de paciência, autoconhecimento e discernimento para reter apenas aquilo que nos faz bem. Optar por tudo que é bom, belo e justo já é um grande passo para a conquista deste equilíbrio.
Em particular para nós mulheres, é fato que antes de olharmos para nós mesmas colocamos sempre os outros como prioridade - filhos, marido, trabalho, família, casa, etc... e quando voltamos a atenção para nossas atitudes já é um pouco tarde pois já fomos invadidas pela irritação, pelo cansaço, pela sensação de estarmos sobrecarregadas e que em nossa vida não há mais tempo para nós mesmas... Muito triste essa constatação...
Mas, tenho uma ótima notícia: descobri que é possível reverter esse quadro! Pense que a vida é feita de detalhes e que eles fazem toda a diferença no resultado final - que para podermos ajudar aos outros devemos estar inteiras! Comece seu dia com uma bela espreguiçada na cama, um banho de princesa, arrume a mesa do café com sua xícara predileta, flores e geléia de morango (mesmo que seja só para você). Procure cercar-se de coisas bonitas, esteja em ambientes bonitos, vista-se com roupas que te dão prazer, ouse mais nos acessórios (ou não), experimente comidas diferentes, sinta o aroma das frutas no mercado, ouça suas músicas prediletas, assista filmes que te emocionam e o mais importante: sorria, sorria muito, mesmo que seja apenas por dentro!
Aproveite este início de primavera para adubar seu jardim, plantar suas flores prediletas sejam elas rosas, jasmins, violetas, orquídeas - lembrando sempre de rega-las com atitudes positivas, retirar as ervas daninhas que com certeza surgirão pelo caminho e assim, aos poucos, construir o local ideal para recarregar as energias de que tanto precisamos.
William Shakespeare
Quantas frases como esta nos alcançam e calam fundo em nossa alma? Por que temos tanta resistência em interioriza-las e realmente mudarmos essa postura de sempre encontrar causa externa para o que nos aflige? Alcançar o equilíbrio emocional requer um constante exercício de paciência, autoconhecimento e discernimento para reter apenas aquilo que nos faz bem. Optar por tudo que é bom, belo e justo já é um grande passo para a conquista deste equilíbrio.
Em particular para nós mulheres, é fato que antes de olharmos para nós mesmas colocamos sempre os outros como prioridade - filhos, marido, trabalho, família, casa, etc... e quando voltamos a atenção para nossas atitudes já é um pouco tarde pois já fomos invadidas pela irritação, pelo cansaço, pela sensação de estarmos sobrecarregadas e que em nossa vida não há mais tempo para nós mesmas... Muito triste essa constatação...
Mas, tenho uma ótima notícia: descobri que é possível reverter esse quadro! Pense que a vida é feita de detalhes e que eles fazem toda a diferença no resultado final - que para podermos ajudar aos outros devemos estar inteiras! Comece seu dia com uma bela espreguiçada na cama, um banho de princesa, arrume a mesa do café com sua xícara predileta, flores e geléia de morango (mesmo que seja só para você). Procure cercar-se de coisas bonitas, esteja em ambientes bonitos, vista-se com roupas que te dão prazer, ouse mais nos acessórios (ou não), experimente comidas diferentes, sinta o aroma das frutas no mercado, ouça suas músicas prediletas, assista filmes que te emocionam e o mais importante: sorria, sorria muito, mesmo que seja apenas por dentro!
Aproveite este início de primavera para adubar seu jardim, plantar suas flores prediletas sejam elas rosas, jasmins, violetas, orquídeas - lembrando sempre de rega-las com atitudes positivas, retirar as ervas daninhas que com certeza surgirão pelo caminho e assim, aos poucos, construir o local ideal para recarregar as energias de que tanto precisamos.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Ser Racional
Não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.
(Aristóteles)
Sentidos e sentimentos... penso se há realmente alguma maneira de dissociar a razão da emoção, principalmente naquelas situações onde estamos intimamente ligados ao outro. Como dizer a uma amiga que o cara que ela está apaixonada não é exatamente aquilo que ela enxerga, que precisa “ajustar o foco”? Como dizer a um escritor que sua obra não é boa, que falta conteúdo, sem magoa-lo? Como terminar uma relação de trabalho sem ressentimentos? Nessas horas, se a gente não segura o sentimento que insiste em nublar nosso raciocínio, caímos em ciladas praticamente indissolúveis. Aí, a amiga já não te escuta mais e resolve casar com o dito cujo (depois, também não adianta entrar no jogo do “tá vendo, eu avisei!” que só piora a situação...), o escritor publica sua obra e (creia!) tem gente que acha ele o máximo e a empregada te manda para a Justiça do Trabalho pois acredita que foi lesada...
Li há alguns dias, não me lembro onde, que existe um site onde as pessoas portadoras de DST´s mandam mensagens para seus (ex) parceiros recentes com o seguinte conteúdo : “Saimos ontem , foi bacana, mas vc pode ter contraido uma DST – fica esperto” (ou mais ou menos isso). Gente, que saída genial para não encarar a pessoa de frente (ou ao menos, pelo telefone) e evitar todo o constrangimento de assumir a responsabilidade pelos seus atos impensados - com direito a isenção de emoções e frieza de raciocínio. Agora, o problema passa a ser de quem recebeu a mensagem. Alegar ignorância já não cabe como desculpa. E por ai vão todos os absurdos desta nossa vida moderna, onde mandar e-mails, torpedos e outros substituem a conversa franca, a rapidez de raciocínio necessária para contra argumentar e fazer com que o outro concorde, aceite ou pelo menos respeite o seu ponto de vista. Acredito que essas mensagens rápidas contribuam para o ganho de tempo de pessoas que são tão ocupadas com assuntos mais relevantes. Mas tudo tem limites, não é mesmo?
Por isso, cada vez mais, condicionamos nossos sentidos e ficamos destreinados para situações onde devemos segurar nossas emoções. Quando isso acontece ao vivo, ficamos como o marisco, entre a onda e a pedra, tentando equilibrar esse turbilhão de sentimentos que trava a língua, que deságua muitas vezes num choro sentido ou numa raiva irracional. O jeito é manter a calma, tentar subir para respirar, continuar remando até chegar naquele porto seguro que só a gente sabe onde fica. "Segura sua onda" é o dito popular - construa seu aterro e fique esperando o moço da água de coco chegar. Até o próximo mergulho...
(Aristóteles)
Sentidos e sentimentos... penso se há realmente alguma maneira de dissociar a razão da emoção, principalmente naquelas situações onde estamos intimamente ligados ao outro. Como dizer a uma amiga que o cara que ela está apaixonada não é exatamente aquilo que ela enxerga, que precisa “ajustar o foco”? Como dizer a um escritor que sua obra não é boa, que falta conteúdo, sem magoa-lo? Como terminar uma relação de trabalho sem ressentimentos? Nessas horas, se a gente não segura o sentimento que insiste em nublar nosso raciocínio, caímos em ciladas praticamente indissolúveis. Aí, a amiga já não te escuta mais e resolve casar com o dito cujo (depois, também não adianta entrar no jogo do “tá vendo, eu avisei!” que só piora a situação...), o escritor publica sua obra e (creia!) tem gente que acha ele o máximo e a empregada te manda para a Justiça do Trabalho pois acredita que foi lesada...
Li há alguns dias, não me lembro onde, que existe um site onde as pessoas portadoras de DST´s mandam mensagens para seus (ex) parceiros recentes com o seguinte conteúdo : “Saimos ontem , foi bacana, mas vc pode ter contraido uma DST – fica esperto” (ou mais ou menos isso). Gente, que saída genial para não encarar a pessoa de frente (ou ao menos, pelo telefone) e evitar todo o constrangimento de assumir a responsabilidade pelos seus atos impensados - com direito a isenção de emoções e frieza de raciocínio. Agora, o problema passa a ser de quem recebeu a mensagem. Alegar ignorância já não cabe como desculpa. E por ai vão todos os absurdos desta nossa vida moderna, onde mandar e-mails, torpedos e outros substituem a conversa franca, a rapidez de raciocínio necessária para contra argumentar e fazer com que o outro concorde, aceite ou pelo menos respeite o seu ponto de vista. Acredito que essas mensagens rápidas contribuam para o ganho de tempo de pessoas que são tão ocupadas com assuntos mais relevantes. Mas tudo tem limites, não é mesmo?
Por isso, cada vez mais, condicionamos nossos sentidos e ficamos destreinados para situações onde devemos segurar nossas emoções. Quando isso acontece ao vivo, ficamos como o marisco, entre a onda e a pedra, tentando equilibrar esse turbilhão de sentimentos que trava a língua, que deságua muitas vezes num choro sentido ou numa raiva irracional. O jeito é manter a calma, tentar subir para respirar, continuar remando até chegar naquele porto seguro que só a gente sabe onde fica. "Segura sua onda" é o dito popular - construa seu aterro e fique esperando o moço da água de coco chegar. Até o próximo mergulho...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Mensagens Alarmistas
Como vem circulando pela Internet, acho importante repassar informações sobre prevenção e cuidados com a alimentação para evitar o surto de gripe mas não concordo com o alarmismo que está acontecendo, tanto na rede quanto na TV. Conforme citado numa dessas mensagens que eu também recebi, carniceiros como são, dá para acreditar que a TV deixaria de mostrar situações alarmantes sobre a gripe e superlotação nos hospitais? Também comparar esse surto com a Gripe Espanhola, que ocorreu há quase 1 século, onde o nível de conhecimento dos seres humanos sobre a prevenção e a medicina era inferior ao que temos hoje é o mesmo que comparar computador e mimeógrafo... e daí vale citar até Hittler e seus cadáveres... acho tudo isso um saco!
Como diz o pediatra das crianças, não há como evitar esse novo tipo de vírus - ele vai circular pela população, vai matar muita gente que tem problemas imunológicos, bem como pessoas saudáveis que apresentem complicações e só teremos relativa imunidade depois que ja o tivermos contraido - como o vírus da gripe sofre mutação, a que ocorreu neste ano é diferente da do ano passado e também será diferente da do ano que vem. Salvo pessoas que realmente estão no grupo de risco (grávidas, soropositivos, recem nascidos, convalescentes, etc) não vale a pena viver em sintonia com o medo, ficar sem sair de casa, só esperando pelo pior. Acreditar em Deus e saber que nenhuma folha de árvore cai sem a Sua permissão é o maior antiviral que podemos tomar. Todos os dias.
Como diz o pediatra das crianças, não há como evitar esse novo tipo de vírus - ele vai circular pela população, vai matar muita gente que tem problemas imunológicos, bem como pessoas saudáveis que apresentem complicações e só teremos relativa imunidade depois que ja o tivermos contraido - como o vírus da gripe sofre mutação, a que ocorreu neste ano é diferente da do ano passado e também será diferente da do ano que vem. Salvo pessoas que realmente estão no grupo de risco (grávidas, soropositivos, recem nascidos, convalescentes, etc) não vale a pena viver em sintonia com o medo, ficar sem sair de casa, só esperando pelo pior. Acreditar em Deus e saber que nenhuma folha de árvore cai sem a Sua permissão é o maior antiviral que podemos tomar. Todos os dias.
domingo, 19 de julho de 2009
Mudança e Vitória
"Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço."
Mudar o quê e para quê? É possível passar a vida toda (ou pelo menos bons anos dela)com os mesmos gostos, as mesmas reações, lembranças, assuntos, medos, receitas, parâmetros, preconceitos... acredite: há pessoas assim. Para cada ação uma reação - mesmo que seja repetida. Agora, se você se irrita com isso, paciência! Cabe a você tirar essa bendita paciência do útero - pois quem não quer mudar não está nem aí se é irritante, inconveniente, cansativo, previsível e mais. Olha o próprio umbigo e acha que ele é lindo, único e necessário. Mudar para quê se sou perfeito? Se essa fórmula deu certo e as pessoas me aceitam assim? Dá uma preguiça, essa coisa de mudança...
Pensar desta maneira faz com que percamos ótimas oportunidades de melhoria, de identificarmos até onde podemos ir com atitudes, comentários, ironias...
Vencer a si próprio é a maior das vitórias. E a melhor das mudanças.
Mudar o quê e para quê? É possível passar a vida toda (ou pelo menos bons anos dela)com os mesmos gostos, as mesmas reações, lembranças, assuntos, medos, receitas, parâmetros, preconceitos... acredite: há pessoas assim. Para cada ação uma reação - mesmo que seja repetida. Agora, se você se irrita com isso, paciência! Cabe a você tirar essa bendita paciência do útero - pois quem não quer mudar não está nem aí se é irritante, inconveniente, cansativo, previsível e mais. Olha o próprio umbigo e acha que ele é lindo, único e necessário. Mudar para quê se sou perfeito? Se essa fórmula deu certo e as pessoas me aceitam assim? Dá uma preguiça, essa coisa de mudança...
Pensar desta maneira faz com que percamos ótimas oportunidades de melhoria, de identificarmos até onde podemos ir com atitudes, comentários, ironias...
Vencer a si próprio é a maior das vitórias. E a melhor das mudanças.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Obrigação
Fico perplexa diante da capacidade que o ser humano tem de enaltecer futilidades e se alimentar delas como um carneiro que regurgita e come a mesma massa durante dias e dias...ou anos, até. Viver no passado, do passado, recontar as mesmas histórias, viver e reviver sofrimentos, alegrias que não voltam mais - temos a OBRIGAÇÃO de barrar isso em nossas vidas e viver o presente - dádiva que Deus nos deu e que não tem esse nome por mero acaso.
Sofrível esse quadro atual de milhões de pessoas no mundo todo deprimidas pela morte de um ícone dos anos 80 (que, vamos combinar, Michael Jackson deveria ter ficado por lá mesmo) que carrega em si uma carga pra lá de negativa tanto na sua carreira profissional - seu maior sucesso fala de uma noite de terror com demônios e zumbis - e na vida pessoal, seu sofrimento quando criança, suspeita de negação da raça, mutação física, pedofilia, neuroses, viciação e outros. Claro que nada disso invalida seus esforços para diminuir a fome na África ou manter instituições de auxílio à crianças - ninguém é 100% bom ou ruim. Ele apenas cumpriu sua caminhada evolutiva e passou por tudo isso por que tinha que passar, fazendo escolhas equivocadas como todos nós. Meu objetivo não é critica-lo mas sim dizer que está na hora ou melhor, passou da hora da humanidade acordar e ter lucidez para absorver e propagar mensagens mais elevadas... é isso.
P.S.: ok, eu também dancei muito esses passinhos ridículos e como defesa tenho a meu favor que na década de 80 eu era criança e não sabia falar inglês.
Sofrível esse quadro atual de milhões de pessoas no mundo todo deprimidas pela morte de um ícone dos anos 80 (que, vamos combinar, Michael Jackson deveria ter ficado por lá mesmo) que carrega em si uma carga pra lá de negativa tanto na sua carreira profissional - seu maior sucesso fala de uma noite de terror com demônios e zumbis - e na vida pessoal, seu sofrimento quando criança, suspeita de negação da raça, mutação física, pedofilia, neuroses, viciação e outros. Claro que nada disso invalida seus esforços para diminuir a fome na África ou manter instituições de auxílio à crianças - ninguém é 100% bom ou ruim. Ele apenas cumpriu sua caminhada evolutiva e passou por tudo isso por que tinha que passar, fazendo escolhas equivocadas como todos nós. Meu objetivo não é critica-lo mas sim dizer que está na hora ou melhor, passou da hora da humanidade acordar e ter lucidez para absorver e propagar mensagens mais elevadas... é isso.
P.S.: ok, eu também dancei muito esses passinhos ridículos e como defesa tenho a meu favor que na década de 80 eu era criança e não sabia falar inglês.
domingo, 7 de junho de 2009
Refletir é necessário
Alimentar a alma, arejar a cabeça, reescrever a nossa trajetória... tudo é possível sem qualquer movimento externo. Derrubar mitos, duvidar de toda unanimidade, questionar conceitos. Imprimir uma nova fórmula, fora da ordem estabelecida, subversiva. Bem vindo ao clube!
Necessário citar algumas frases de Mahatma Gandhi ...
Paz interior, liberdade infinita...
Necessário citar algumas frases de Mahatma Gandhi ...
"Um homem não pode fazer as coisas certas em um departamento de sua vida enquanto erra em qualquer outro. A vida é um todo indivisível."
"Desconfiança é a melhor parte do conhecimento."
"O único tirano que aceito neste mundo é a voz interior, suave e serena."
"A vida merece algo além do aumento da sua velocidade."
Paz interior, liberdade infinita...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Seleção Natural...
Todos os dias, a cada minuto, informações de variadas fontes, de diversas maneiras, nos alcançam e somos obrigados a reagir - a todo momento. Simples, a fórmula: para cada ação, uma reação. Por isso a necessidade iminente de filtrar as informações que recebemos, o que nem sempre é possível. Talvez por isso eu prefira a mídia impressa, escolher a notícia que vou absorver, o bom e velho jornal de papel, a revista, o site, em detrimento dos telejornais onde a rapidez da fala do apresentador invade a mente com aquela informação desnecessária, de conteúdo agressivo e aí, a coisa já aconteceu...apenas resta mudar o canal ou desligar a TV. São os detalhes que formam o todo e esse detalhe - o da qualidade da informação - de algum tempo para cá, passou a ser objeto de minha atenção. Aprendi a ter uma visão mais crítica quanto a necessidade de saber determinadas notícias - a perguntinha "Em que isso vai melhorar a minha vida ou dos que me cercam?" cai muito bem, sempre. É fato que não defendo a alienação em relação aos acontecimentos que nos rodeiam, muito pelo contrário - leia o título da notícia, selecione e continue em frente...
Nesse tempo de informações globalizadas, de notícias de último minuto, devemos olhar para dentro mais atentamente pois é muito possível que o excesso de informação desnecessária esteja tomando o lugar onde deveria haver paz e tranquilidade. Essa é a nossa maior contribuição para a mudança do estado de espírito da humanidade em geral - a começar por nós mesmos.
Nesse tempo de informações globalizadas, de notícias de último minuto, devemos olhar para dentro mais atentamente pois é muito possível que o excesso de informação desnecessária esteja tomando o lugar onde deveria haver paz e tranquilidade. Essa é a nossa maior contribuição para a mudança do estado de espírito da humanidade em geral - a começar por nós mesmos.
domingo, 24 de maio de 2009
Casa Mental
Semana passada li um texto muito interessante onde a autora comentava sobre o universo íntimo. Após algumas considerações, ela finaliza propondo a seguinte questão - "Você tem sido um bom hospedeiro de si mesmo?" Pensei muito sobre isso... Em comum com a autora, tenho alguns pontos, como: aqui dentro também toca música o tempo todo (as mesmas que tocavam nas propagandas do Hollywood - os mais novos que me perdoem...) e mora em mim uma criança que não perde o interesse em descobrir o mundo...
Lembrei de outro escritor, doutor em psicologia, que classifica as zonas obscuras deste universo como "favelas mentais", lugares feios, sujos, ruins de se viver. Considero bastante pertinente essa associação pois além daqueles gringos malucos que vem aqui pro Rio acho que são raras as pessoas que gostariam de se hospedar numa favela...
Outro ponto interessante também é a afirmação filosófica de que nós somos o que pensamos. Esqueça as variações de que somos o que comemos, compramos, usamos, criamos... vamos simplificar - ou complicar, porque somente o fato de vasculhar nossas mentes já é uma viagem insólita (estou muuito anos 80 hoje!). O pensamento cria ou destrói, incentiva ou desanima, tudo conforme a nossa vontade. O desafio é dominar essa vontade, transformar essa "favela" num lugar claro, limpo, com cheiro de flores e aconchegante, para que cada vez mais possamos "morar" dentro de nós! Sem essa de querer fugir, ligar no automático, pois esse encontro algum dia terá que acontecer e , numa boa, quanto antes, melhor!
Pessoalmente, conclui que "minha casa mental" é um bom lugar para eu viver, organizei sentimentos e pensamentos em prateleiras e caixas - alguns sempre à mão e outros mais escondidinhos... faxinas também são constantes pois percebi a necessidade de reciclar algumas atitudes, doar outras tantas e sempre, mas sempre mesmo, abastecer a despensa de boas vibrações. E a trilha sonora continua tocando...
Lembrei de outro escritor, doutor em psicologia, que classifica as zonas obscuras deste universo como "favelas mentais", lugares feios, sujos, ruins de se viver. Considero bastante pertinente essa associação pois além daqueles gringos malucos que vem aqui pro Rio acho que são raras as pessoas que gostariam de se hospedar numa favela...
Outro ponto interessante também é a afirmação filosófica de que nós somos o que pensamos. Esqueça as variações de que somos o que comemos, compramos, usamos, criamos... vamos simplificar - ou complicar, porque somente o fato de vasculhar nossas mentes já é uma viagem insólita (estou muuito anos 80 hoje!). O pensamento cria ou destrói, incentiva ou desanima, tudo conforme a nossa vontade. O desafio é dominar essa vontade, transformar essa "favela" num lugar claro, limpo, com cheiro de flores e aconchegante, para que cada vez mais possamos "morar" dentro de nós! Sem essa de querer fugir, ligar no automático, pois esse encontro algum dia terá que acontecer e , numa boa, quanto antes, melhor!
Pessoalmente, conclui que "minha casa mental" é um bom lugar para eu viver, organizei sentimentos e pensamentos em prateleiras e caixas - alguns sempre à mão e outros mais escondidinhos... faxinas também são constantes pois percebi a necessidade de reciclar algumas atitudes, doar outras tantas e sempre, mas sempre mesmo, abastecer a despensa de boas vibrações. E a trilha sonora continua tocando...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Como tudo começou...
Estava na casa de uma amiga, nessas reuniões gostosas que fazemos para papear e trocar experiências, quando surgiu a idéia de compartilhar minhas "artes" com outras tantas pessoas. O mais interessante é que nunca pensei que tivesse aptidão para trabalhos manuais... vivendo e descobrindo!
Outro ponto interessante é como isso nasce: pego um objeto qualquer, fixo o olhar e as idéias vão surgindo... as cores e materiais se definindo... e a coisa vai nascendo, primeiro na minha cabeça e depois ela toma a forma imaginada (acredite, nem sempre o resultado final é idêntico ao imaginado). O importante é dar vazão a criatividade, deixar essa água escoar e ver em cada canto um objeto criado ou transformado por suas mãos. É emocionante...
Outro ponto interessante é como isso nasce: pego um objeto qualquer, fixo o olhar e as idéias vão surgindo... as cores e materiais se definindo... e a coisa vai nascendo, primeiro na minha cabeça e depois ela toma a forma imaginada (acredite, nem sempre o resultado final é idêntico ao imaginado). O importante é dar vazão a criatividade, deixar essa água escoar e ver em cada canto um objeto criado ou transformado por suas mãos. É emocionante...
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