domingo, 7 de junho de 2009

Refletir é necessário

Alimentar a alma, arejar a cabeça, reescrever a nossa trajetória... tudo é possível sem qualquer movimento externo. Derrubar mitos, duvidar de toda unanimidade, questionar conceitos. Imprimir uma nova fórmula, fora da ordem estabelecida, subversiva. Bem vindo ao clube!

Necessário citar algumas frases de Mahatma Gandhi ...

"Um homem não pode fazer as coisas certas em um departamento de sua vida enquanto erra em qualquer outro. A vida é um todo indivisível."

"Desconfiança é a melhor parte do conhecimento."

"O único tirano que aceito neste mundo é a voz interior, suave e serena."

"A vida merece algo além do aumento da sua velocidade."


Paz interior, liberdade infinita...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Seleção Natural...

Todos os dias, a cada minuto, informações de variadas fontes, de diversas maneiras, nos alcançam e somos obrigados a reagir - a todo momento. Simples, a fórmula: para cada ação, uma reação. Por isso a necessidade iminente de filtrar as informações que recebemos, o que nem sempre é possível. Talvez por isso eu prefira a mídia impressa, escolher a notícia que vou absorver, o bom e velho jornal de papel, a revista, o site, em detrimento dos telejornais onde a rapidez da fala do apresentador invade a mente com aquela informação desnecessária, de conteúdo agressivo e aí, a coisa já aconteceu...apenas resta mudar o canal ou desligar a TV. São os detalhes que formam o todo e esse detalhe - o da qualidade da informação - de algum tempo para cá, passou a ser objeto de minha atenção. Aprendi a ter uma visão mais crítica quanto a necessidade de saber determinadas notícias - a perguntinha "Em que isso vai melhorar a minha vida ou dos que me cercam?" cai muito bem, sempre. É fato que não defendo a alienação em relação aos acontecimentos que nos rodeiam, muito pelo contrário - leia o título da notícia, selecione e continue em frente...
Nesse tempo de informações globalizadas, de notícias de último minuto, devemos olhar para dentro mais atentamente pois é muito possível que o excesso de informação desnecessária esteja tomando o lugar onde deveria haver paz e tranquilidade. Essa é a nossa maior contribuição para a mudança do estado de espírito da humanidade em geral - a começar por nós mesmos.

domingo, 24 de maio de 2009

Casa Mental

Semana passada li um texto muito interessante onde a autora comentava sobre o universo íntimo. Após algumas considerações, ela finaliza propondo a seguinte questão - "Você tem sido um bom hospedeiro de si mesmo?" Pensei muito sobre isso... Em comum com a autora, tenho alguns pontos, como: aqui dentro também toca música o tempo todo (as mesmas que tocavam nas propagandas do Hollywood - os mais novos que me perdoem...) e mora em mim uma criança que não perde o interesse em descobrir o mundo...
Lembrei de outro escritor, doutor em psicologia, que classifica as zonas obscuras deste universo como "favelas mentais", lugares feios, sujos, ruins de se viver. Considero bastante pertinente essa associação pois além daqueles gringos malucos que vem aqui pro Rio acho que são raras as pessoas que gostariam de se hospedar numa favela...
Outro ponto interessante também é a afirmação filosófica de que nós somos o que pensamos. Esqueça as variações de que somos o que comemos, compramos, usamos, criamos... vamos simplificar - ou complicar, porque somente o fato de vasculhar nossas mentes já é uma viagem insólita (estou muuito anos 80 hoje!). O pensamento cria ou destrói, incentiva ou desanima, tudo conforme a nossa vontade. O desafio é dominar essa vontade, transformar essa "favela" num lugar claro, limpo, com cheiro de flores e aconchegante, para que cada vez mais possamos "morar" dentro de nós! Sem essa de querer fugir, ligar no automático, pois esse encontro algum dia terá que acontecer e , numa boa, quanto antes, melhor!
Pessoalmente, conclui que "minha casa mental" é um bom lugar para eu viver, organizei sentimentos e pensamentos em prateleiras e caixas - alguns sempre à mão e outros mais escondidinhos... faxinas também são constantes pois percebi a necessidade de reciclar algumas atitudes, doar outras tantas e sempre, mas sempre mesmo, abastecer a despensa de boas vibrações. E a trilha sonora continua tocando...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Como tudo começou...

Estava na casa de uma amiga, nessas reuniões gostosas que fazemos para papear e trocar experiências, quando surgiu a idéia de compartilhar minhas "artes" com outras tantas pessoas. O mais interessante é que nunca pensei que tivesse aptidão para trabalhos manuais... vivendo e descobrindo!

Outro ponto interessante é como isso nasce: pego um objeto qualquer, fixo o olhar e as idéias vão surgindo... as cores e materiais se definindo... e a coisa vai nascendo, primeiro na minha cabeça e depois ela toma a forma imaginada (acredite, nem sempre o resultado final é idêntico ao imaginado). O importante é dar vazão a criatividade, deixar essa água escoar e ver em cada canto um objeto criado ou transformado por suas mãos. É emocionante...