quinta-feira, 24 de março de 2011

Faces da Sociedade

Da Idade Média até os dias atuais muitas revoluções aconteceram e, sem dúvida, a Revolução Tecnológica é a que caminha de forma mais rápida, que faz com que a humanidade fique aturdida. Pare para observar as pessoas por alguns instantes. Está no ar a sensação de que estamos sempre correndo atrás de algo importante, que precisamos de mais tempo, mais dinheiro, mais informação. Estamos numa sociedade insaciável que está sofrendo na pele as conseqüências desse sobrepeso. Essa insatisfação perene faz com que sejamos intrusos em nosso próprio corpo. Dá para contar nos dedos de uma mão com quantas pessoas equilibradas e satisfeitas convivemos. O normal é ter alguma neurose, problemas insolúveis que carregamos como troféus por toda a vida. As ricas experiências humanas são substituídas pela convivência com animais que mais parecem bibelôs, vivendo higienicamente com sapatinhos em apartamentos decorados com a última tendência de design. Os animais não criticam, não contestam nem pedem nada em troca. Aquela pessoa que atravessou seu caminho hoje, que precisava apenas de uma palavra de apoio para sair de uma crise, foi apenas um obstáculo no trajeto – facilmente ultrapassado. O animalzinho recebeu toda a sua atenção e mais um bifinho. À pessoa, apenas o desprezo. Face cruel dessa sociedade pós-moderna.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Presença da ausência

Apenas sentir... em vão combater o sentimento que teima em aparecer e a razão não é eficiente para suprimir. A saudade é assim. Presença da ausência. Invade nosso sentir sempre que qualquer coisa dispara a lembrança. Música, lugar, cheiro ou apenas uma frase se faz o bastante para nos arremessar a esse terreno árido - deserto da alma. O tempo vem,carrega as areias e forma dunas imensas onde é possível brincar. Um oásis surge para que a sede seja saciada. Mas, ainda é o deserto. Tornar-se beduíno não é questão de livre escolha. Quem, em sã consciência, optaria por sofrer de saudade? Somos escolhidos. Como numa tribo nômade do deserto, castigados pelo sol escaldante, tempestades de areia, com a pele marcada para sempre. Aí, vem o tempo, misericordioso, e, num dia, manda um camelo para tornar a travessia menos dolorosa. Se for uma pessoa de sorte, encontrará pelo caminho um cantil - para saciar a sede nas horas mais difíceis.
Agora, uma recomendação : o ítem fundamental para não se perder nessas areias infinitas, profundas e doloridas é a boa e velha bússola. Mas não se engane. Eu, sinceramente, apesar da condição de beduína que sou há longos e arrastados anos, ainda não aprendi a usar a minha...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

História Feminina II

A Era da Sensibilidade significa o que o Iluminismo foi para sua época. Hoje a humanidade precisa eleger o Ser antes de qualquer outro verbo, enxergar pela ótica do belo, do bom e do bem. Quanto as mulheres, durante séculos ficamos no obscurantismo, sempre estivemos em casa enquanto os homens foram para as Guerras (desde o paleolítico) e o fato de partirmos para a II Guerra estava inserido no contexto inicial da Revolução Feminista, além de agregar mão de obra competente para as tarefas de enfermagem e outras mais leves.
O conhecimento feminino a que me refiro é aquele iniciado por nossas ancestrais, o cuidado com o ser, o instinto de conservação, a sensibilidade de ouvir, compreender, instigar o crescimento, cobrar responsabilidade e saber esperar. Sabedoria necessária nesses tempos de ansiedade.
Muitas mulheres do século passado mostraram grande talento em diversas áreas, música, filosofia, arte, dança, moda, negócios, ciência e, com certeza, continuaremos neste trajeto. O meu questionamento refere-se aos séculos anteriores a Era Contemporânea, por quê demoramos tanto tempo para demonstrarmos toda nossa capacidade criativa?
Quanto aos dias de hoje, acredito que muitas mulheres estão perdendo o foco por entenderem que devem recuperar o tempo perdido, agarrar todas as oportunidades de uma vez e lutar como se estivessem num campo de batalha. Isso não faz parte de nossa natureza. Duvido daquelas que dizem conseguir manter uma super carreira, maternidade, relacionamento, família... alguém nessa equação vai sair perdendo. Por isso devemos olhar para nós mesmas e elegermos o que é mais importante para o nosso momento particular. Não há necessidade de abraçar o mundo, vamos caminhar com tranquilidade respeitando a nossa natureza, nossos hormônios, com delicadeza e perseverança.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

História Feminina

Convido vocês a embarcar em uma viagem épica pela nossa história. Viver, por alguns instantes, a vida de nossas antepassadas. Fechar os olhos, sentir suas alegrias, vitórias, tristezas e frustrações.
Voltaremos aos primórdios da humanidade. Era paleolítica, 20.0000 A.C. Com o desenvolvimento da mente e a acumulação de experiências e conhecimentos, a humanidade foi aperfeiçoando seus instrumentos, utensílios domésticos e armas, suas técnicas e meios de subsistência. A vida em sociedade, atitudes, hábitos, vida familiar, tudo isso, passou a ser atribuição feminina - visto que aos homens era dada a árdua tarefa de caçar e obter da natureza o mínimo essencial para a subsistência do clã. Neste período iniciaram-se as cerimônias religiosas, a arte foi aperfeiçoada, bem como o artesanato. Nossos ancestrais passaram a construir casas e abrigos, a fazer agasalhos, descobriram o fogo e inventaram os meios de comunicação e transporte. Homens e mulheres trabalhando juntos, em prol do desenvolvimento das potencialidades humanas.
Na Idade Antiga, com o surgimento das grandes civilizações, a humanidade passou a ter dois grupos bastante definidos - os servidos e os serviçais. No grupo dos servidos, homens que desenvolviam o intelecto, a política e a ciência. Também os que lideravam exércitos tinham muitas lutas a vencer, territórios a conquistar. Já não tinham que trazer a caça para casa. Os homens serviçais eram incumbidos dessa tarefa menos enobrecedora.
Quanto a nós, se fôssemos mulheres servidas, teríamos que nos preocupar com o perfume de nosso banho, nossos cabelos, a roupa que usaríamos quando o grande guerreiro chegasse, a saúde de nossos filhos. As serviçais, deveriam cuidar de toda a manutenção de uma residência imensa, alimentação, limpeza e tudo o mais.
Na Idade Média, naquele período mais obscuro da história, onde tudo era passível de julgamento e pessoas eram queimadas por mero capricho, essa dualidade (servidos e serviçais) passa a ser mais cruel. Os homens servidos continuaram seu caminho, desenvolveram seus propósitos, erraram em muitas coisas mas também acertaram em muitas outras. Os serviçais idem.
Quanto a nós, mulheres medievais servidas, tenho a nítida impressão de que perdemos o bonde da história. Ficamos relegadas aos rituais insanos de beleza, onde espartilhos nos faziam perder o fôlego e aquele ar de poliana anêmica era quesito número um para ter um casamento vantajoso. Tanto tempo ocioso nossas antepassadas tiveram e não há menção de nenhuma grande pintora, filósofa, pensadora, cozinheira (que seja) dessa época tão obscura de nosso passado. Será que só sabiamos fazer bruxaria? Ah, também participávamos das grandes orgias que ocorriam nos belos salões dos castelos.
Às mulheres medievais serviçais não sobrava nada de muito diferente da época antiga. Apenas mais pestes, mais filhos, mais obrigações...
Com a Idade Moderna e o advento da Era Industrial nos aproximamos mais do mundo masculino, subjulgadas pela força e pelo grande abismo intelectual evoluído durante toda essa trajetória. Analfabetas e sem alternativas, fomos para as indústrias mover as máquinas para o desenvolvimento do capitalismo tal como o conhecemos hoje.
Com o passar do tempo e com o acesso a alfabetização, passamos a tomar consciência de nosso valor e da importância de nossa condição feminina. Não podemos esquecer que toda a História foi contada por homens e nela não havia espaço para divulgar as conquistas femininas - mesmo porque não haveria leitores interessados...
Também não considero correta a postura de submissão que dominou o nosso universo até o século passado e que ainda está presente em alguns lugares de nosso Planeta. Pois, se somos nós quem educamos esses "meninos" como podemos deixar perpetuar esse tipo de comportamento? Mais um assunto para ser analisado.
Enfim, apesar de tudo, acredito que passamos por todas essas eras históricas e tudo foi necessário para nos prepararmos para o que chamo de Era da Sensibilidade. Não citei igualdade pois não se trata de nos equipararmos a condição masculina, nunca seremos iguais à eles. Considero isso um erro da parte de muitas mulheres. Temos natureza diversa, funcionamos de maneira diferente, atuamos nos bastidores da História e sabemos de coisas que somente a natureza feminina é capaz de conhecer. É tempo de olharmos para nós, deixarmos de lado toda essa submissão, comparação e competitividade. Construir essa ponte que ficou suspensa na História da Humanidade e fazer agora a nossa parte para a efetiva evolução de nossa espécie.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A necessidade de exercitar o cérebro

Neuróbica - o nome da moda para a aeróbica dos neurônios. Coisa que há milênios nossos ancestrais fizeram com maestria e até hoje paramos para pensar nessas frases que sintetizam verdades da alma. Abrem horizontes necessários para a evolução da espécie humana, onde a razão um dia reinará dominante sobre a animalidade. Leia, reflita, concorde ou discorde. O importante é a mecânica do exercício. Viva melhor com a sua própria companhia - enriqueça seu universo íntimo e seja um bom inquilino de si mesmo. Deguste...

Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.

Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.

Vencer a si próprio é a maior das vitórias.


Platão


Não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.

A felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade.

O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre.

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.

O segredo do sucesso é saber algo que ninguém mais sabe


Aristóteles

terça-feira, 27 de julho de 2010

Gosto muito de gente assim...

Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.
Gente que ri, chora, se emociona com um simples e-mail, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço.
Gente que ama e curte saudade, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens, poeira e chuva.
Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si.
Gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam. Gente de coragem...
Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto.
Gente de coração desarmado, sem ódio, nem preconceitos baratos. Com muito amor dentro de si.
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.

Obs: escrito por Arthur da Távola - mas eu queria tanto que fosse meu...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Intensa... Mãe

A vida é uma presente que Deus criou e fez de nós, mulheres, co-criadoras de sua obra.

Filhos são nossos durante os meses em que estão sendo gerados. Quando aqui fora, pais, avós, tios, amigos e demais pessoas tomam sua parte na vida da criança, que recebe todo esse carinho mas que tem a mãe como porto seguro, em todos os momentos.

Aprender com nossos erros, sabendo que estamos sempre fazendo o nosso melhor. Sem fórmula, visto que cada ser é único...

Saber lidar com emoções contraditórias. Querer que o filho cresça e guardar na memória a primeira vez que viu sua carinha. Ser firme, educar, criar para o mundo e, lá no fundo, ter a esperança de que ele sempre volte para casa.

É um amor que ultrapassa a barreira da compreensão, que faz com que possamos identificar o choro de nossos filhos mesmo que eles estejam no meio da multidão. Que faz com que passemos noites em claro, horas em pé, dias em busca de respostas que muitas vezes não vem... Podemos estar destruídas por dentro, mas somos desarmadas quando olhamos para aquela carinha, que, do nada, nos manda o sorriso mais iluminado do mundo!

Passamos a entender nossas mães quando nossos filhos nascem. Saber o quanto é difícil e ao mesmo tempo maravilhoso ter um ser que é nossa continuidade, saber da responsabilidade que temos em deixar para o mundo seres humanos melhores, bem resolvidos, felizes e que multipliquem todo esse amor que, para nós que somos mães, flui de maneira tão intensa e contínua...

Para Luccas e Giovanna

quarta-feira, 14 de abril de 2010

MODA

Impressionante como a moda vem de maneira cíclica e as tendências atemporais permanecem como um porto seguro para quem tem receiro de ousar nas produções, cotidianas, rotineiras. Afinal, o que seria das produções se não fosse a abençoada rotina?
Estilo militar, retrô, vintage, anos 80, o que der na sua cabeça na hora que abrir o guarda roupa... muito mais do que apenas um estilo a ser mostrado, a sua personalidade NAQUELE DIA, seu grito de liberdade, sua tribo, sua opinião, sua sensibilidade... para quem quiser observar e comentar - ou não, fica a critério de cada um.
Como hoje somos pessoas contemporâneas, devemos ser antenadas, saber das tendências de moda (ou não - também é um posicionamento) ou seja, ser você mesma, com suas limitações, sensibilidades, vergonhas, medos, intimidades e gostos. O que não se discute.
Moda, a meu ver, é o que agrada a um número objetivamente considerável de pessoas. O gosto permanece pessoal e intransferível. Permaneço com o meu. Abominando os anos 80, gostando do nude com assessórios, cores com parcimônia, estampas com bom senso, manufaturados com o mesmo critério. O clássico permanece imutável - um bom tailler, camisa branca, jeans bem cortado, rasteirinhas e saltos confortáveis, acessórios condizentes com a produção - ou seja - TUDO CONFORTÁVEL E PERTINENTE AO SEU ESTADO DE ESPÍRITO. Acredito que este seja o verdadeiro espírito da moda. Sem maiores considerações ou conjecturas. Assuntos demais, opiniões demais - permaneça com sua opinião pois é VOCÊ quem estará vestindo aquela roupa incrível naquela festa inesquecível que para vc faz todo o sentido...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Luta Silenciosa

Para medir a força de uma mulher
Se faz necessário pensar em tudo o que suportamos
Voltar ao tempo de nossas ancestrais
Para, quem sabe, buscar a compreensão...

Torcer por um filho de maneira silenciosa
Ser criticada sem contestar, digerir e sorrir
Inventar novos meios para lidar com o trivial
Alimentar o que há de melhor em nosso íntimo.

Ler, acreditar, transformar, abstrair, equacionar
Selecionar, gerar, cuidar, acalentar
Reconhecer, apreciar, degustar, amar e mudar
Verbos que integram nossas vidas

Admiradora que sou da condição feminina
Por séculos e décadas inferiorizada
Mas tão atuante nos bastidores da vida
Luta, silenciosa, pois a tua vitória virá com o tempo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Bom senso

O que é bom senso? Qual o significado destas palavras que, juntas, adquirem dimensão tão profunda? Peço socorro aos estudiosos da língua e me deparo com o seguinte:
Bom - ...de agradável qualidade; conforme à justiça, à virtude, ao dever.
Senso - ...faculdade de julgar, de raciocinar; entendimento. Siso, juízo, tino.

Portanto, refiro-me a "agradável qualidade de raciocinar" que anda tão em desuso atualmente. Temos o dever de exercitar nossa faculdade, julgar cada nova situação e reagir conforme o juízo particular que cada um carrega em sí. Aí é que está a grande dificuldade, é onde surgem os desentendimentos pois cada ser humano possui um entendimento muuuito singular do que é na verdade o bendito bom senso. Há que se diferenciar o bom senso da noção de senso comum (modo de pensar da maioria das pessoas) - quem é essa maioria? Quem são essas pessoas que determinam as atitudes coerentes? Duvido das unanimidades, acho um terreno muito perigoso.
Acredito que o bom senso na verdade está em examinar a situação e enxergar que estamos lidando sempre com pessoas, que cada um possui uma visão muito particular sobre relacionamentos, intimidade, humor e que todos, todos mesmo, temos limite. Meu bom senso me diz que não devo levar minha filha de 2 anos à praia, em pleno verão carioca, sol do meio dia, 41 graus à sombra... para os que se deixam levar pelo senso comum, vão achar bobagem, é verão, é carnaval, não seja tão radical... pois é. Meu juizo ás vezes é meu carrasco.
Quando saímos dessa zona de conforto do senso comum podemos ser chamados de anti-sociais, rabugentos, antipáticos - fica difícil conversar assuntos que não levam à nada, participar de competições verbais sobre quanto custou o sofá novo, relembrar situações de aflição e sofrimento só pelo prazer mórbido de ver os ouvintes reviverem sentimentos negativos... meu bom senso, que aliás é muito sensível, não permite que eu participe desta descarga emocional. Vou à procura de assuntos mais interessantes, mesmo que para isso eu tenha que escapar para dentro de mim...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

HEDONISMO

A busca do prazer... em todos os sentidos!
Já parou para pensar nas coisas que te dão prazer? Não estou falando em prazer sexual, masculino, mas sim nas pequenas atitudes do dia a dia, nos detalhes, nuances, obsevar o bom, o belo e tudo de bem que a vida tem a oferecer? Vou parafrasear aquela propaganda da Credicard (sem receber nenhum royalt´s)e elencar algumas situações que para mim são fontes de prazer que muito possivelmente serão para algumas de vocês...
1. Preparar delícias feitas por vc mesma e receber amigas em casa para comemorar seu aniversário, sem a menor pretenção e receber elogios a tarde inteira (não tem preço!)
2. Observar a beleza de um jardim que acabou de ser reformado...
3. Viajar com as pessoas que mais ama neste mundo...
4. Roupa nova, sorriso de criança e toalha com cheiro de amaciante (essa é pra Sô) - não tem preço!
5. Fazer o bem, sem olhar a quem, sem esperar retorno - só imaginar a satisfação da pessoa que recebeu essa dádiva...(não tem preço!)
A lista pode ser muuuito grande... se for elencar tudo o que me dá prazer ela se tornará imensa! O objetivo é fazer pensar todas as pessoas que possivelmente leiam esta mensagem a realizarem parte destas atitudes e repensarem seu quotidiano - o que podem melhorar, modificar e reeditar - para absorverem tudo o que a vida tem a oferecer de melhor, de mais humano, o mais belo, o mais que perfeito! Viva sua vida com toda a autoridade que deve ser vivida - não como mero coadjuvante! Quem escreve nossa história somos nós mesmos, nós temos o poder de decidir se seremos vítimas ou vitoriosos em todas as situações que vivenciamos. Basta acender a luz da consciência em todas as situações e saberemos exatamente em que papel estamos atuando...cabe a nós a decisão.
Viva intensamente, a dádiva da vida que nos foi dada não é por mero acaso. Comemore cada vitória, cada objetivo alcançado, toda manhã, todas as noites de repouso, todos os sonhos sem nexo. Desconhemos o objetivo de tudo isso e cabe a nós apenas vivenciarmos todos eles da melhor maneira possível.
O objetivo é este - progredir sempre, pensando no próximo e em nossa evolução!
É o que desejo à todos, em mais um ano gregoriano (que realmente não sei se está correto ou não, vide tantas formas de contagem do tempo...calendário islâmico, judaico, arábico, etc...).
Ser feliz - este é o grande plano divino pra todos nós, resultado de Sua criação! Então...façamos a nossa parte!!!
Feliiiizzzzz 2010!!!!!!!!!!

sábado, 17 de outubro de 2009

Cazuza ainda gera assunto...

Recebi esta mensagem em meu e-mail pessoal e quero compartilhar com vocês (por questão ética, não vou informar o nome da autora)

REFLEXÃO...

É ... DEVIAM COLOCAR o texto abaixo NUM OUTDOOR LÁ NA PRAÇA CAZUZA, NO LEBLON...

Psicóloga x Cazuza!

Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.

Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei c om uma coisa estarrecedora .. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
C om o podemos cultivar um ídolo c om o Cazuza?

Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal c om o ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) c om conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter c om o exemplo?
Cazuza só c om eçou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, c om o sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo c om o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada c om o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não c om eçasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de b om para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
C om o ensina o c om ercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'


Bem, segue minha resposta:

Cazuza é fruto de uma geração que começou a questionar os conceitos herdados de seus ascendentes e resolveu confrontá-los através dos exageros típicos dos anos 80, presente na maneira de vestir (roupas coloridas DEMAIS, largas, com ombreiras, etc), cabelos estranhos, músicas bizarras, liberação homossexual, inovações tecnológicas, etc. Por consequência, seu comportamento estava coerente com a época em que ele viveu, estava dentro deste contexto. Hoje em dia, pelo menos na vida de pessoas conscientes, não há espaço para excessos. Isso ficou para trás, há exatos 20 anos. Acredito que só por isso já se justifique criar um filme sobre sua vida.

Não concordo com suas atitudes (no caso, do Cazuza). Fui adolescente nesta época e não convivi com pessoas que tenham tido atitudes sequer parecidas com as dele. Também não concordo com a opinião da psicóloga (autora do texto) em recriminar seus pais pois é muito simplista jogar a culpa na mãe, na educação permissiva, sem imposição de limites ou na ausência do pai. Quantas pessoas possuem tudo isso e mesmo assim não são adultos psicologicamente sadios... Não concordo em julgar as pessoas, não somos aptos a julgar ninguém. No caso do filme, o que podemos usar para direcionar o entendimento de nossos filhos é justamente o anti-exemplo da conduta que essa pessoa adotou, refletir sobre as consequências de suas atitudes impensadas. Agora, querida, ter Cazuza como exemplo de vida, sinto muitíssimo! Ele pode ser sim um ídolo da música - e pára por aí. Se misturarmos o estilo de vida com o talento musical, não salvamos nenhum grande artista contemporâneo. Vale a pena citar alguns (e veja, malucos não apenas no Rock, tem também samba, bossa nova, a corretíssima Jovem Guarda...)
Elvis Presley, John Lennon, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Janis Joplin, Jim Morrisson, Maysa, Elis Regina, Cássia Eller, Michael Jackson, Raul Seixas, Zeca Pagodinho, Marcelo D2, Amy Winnehouse, e muitos outros.
Acredito que devemos escolher exemplos edificantes para pautar nossas vidas. A começar por Jesus Cristo e, por seguinte, espíritos mais elevados - Gandhi, Madre Tereza, Budha, Dalai Lama e outros verdadeiramente dedicados a melhoria de nossa condição de seres humanos.
Quanto ao termo "juventude transviada" acredito que se trata de uma giria usada nos anos 70. Isso explica um pouco a visão dela sobre o filme. Agora, usar uma frase de comercial para sustentar seu raciocínio, é, no mínimo, lamentável. Vamos consultar Aristóteles para nos socorrer...
" O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete".

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Primavera na alma

"Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores"
William Shakespeare


Quantas frases como esta nos alcançam e calam fundo em nossa alma? Por que temos tanta resistência em interioriza-las e realmente mudarmos essa postura de sempre encontrar causa externa para o que nos aflige? Alcançar o equilíbrio emocional requer um constante exercício de paciência, autoconhecimento e discernimento para reter apenas aquilo que nos faz bem. Optar por tudo que é bom, belo e justo já é um grande passo para a conquista deste equilíbrio.

Em particular para nós mulheres, é fato que antes de olharmos para nós mesmas colocamos sempre os outros como prioridade - filhos, marido, trabalho, família, casa, etc... e quando voltamos a atenção para nossas atitudes já é um pouco tarde pois já fomos invadidas pela irritação, pelo cansaço, pela sensação de estarmos sobrecarregadas e que em nossa vida não há mais tempo para nós mesmas... Muito triste essa constatação...

Mas, tenho uma ótima notícia: descobri que é possível reverter esse quadro! Pense que a vida é feita de detalhes e que eles fazem toda a diferença no resultado final - que para podermos ajudar aos outros devemos estar inteiras! Comece seu dia com uma bela espreguiçada na cama, um banho de princesa, arrume a mesa do café com sua xícara predileta, flores e geléia de morango (mesmo que seja só para você). Procure cercar-se de coisas bonitas, esteja em ambientes bonitos, vista-se com roupas que te dão prazer, ouse mais nos acessórios (ou não), experimente comidas diferentes, sinta o aroma das frutas no mercado, ouça suas músicas prediletas, assista filmes que te emocionam e o mais importante: sorria, sorria muito, mesmo que seja apenas por dentro!

Aproveite este início de primavera para adubar seu jardim, plantar suas flores prediletas sejam elas rosas, jasmins, violetas, orquídeas - lembrando sempre de rega-las com atitudes positivas, retirar as ervas daninhas que com certeza surgirão pelo caminho e assim, aos poucos, construir o local ideal para recarregar as energias de que tanto precisamos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ser Racional

Não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.
(Aristóteles)


Sentidos e sentimentos... penso se há realmente alguma maneira de dissociar a razão da emoção, principalmente naquelas situações onde estamos intimamente ligados ao outro. Como dizer a uma amiga que o cara que ela está apaixonada não é exatamente aquilo que ela enxerga, que precisa “ajustar o foco”? Como dizer a um escritor que sua obra não é boa, que falta conteúdo, sem magoa-lo? Como terminar uma relação de trabalho sem ressentimentos? Nessas horas, se a gente não segura o sentimento que insiste em nublar nosso raciocínio, caímos em ciladas praticamente indissolúveis. Aí, a amiga já não te escuta mais e resolve casar com o dito cujo (depois, também não adianta entrar no jogo do “tá vendo, eu avisei!” que só piora a situação...), o escritor publica sua obra e (creia!) tem gente que acha ele o máximo e a empregada te manda para a Justiça do Trabalho pois acredita que foi lesada...
Li há alguns dias, não me lembro onde, que existe um site onde as pessoas portadoras de DST´s mandam mensagens para seus (ex) parceiros recentes com o seguinte conteúdo : “Saimos ontem , foi bacana, mas vc pode ter contraido uma DST – fica esperto” (ou mais ou menos isso). Gente, que saída genial para não encarar a pessoa de frente (ou ao menos, pelo telefone) e evitar todo o constrangimento de assumir a responsabilidade pelos seus atos impensados - com direito a isenção de emoções e frieza de raciocínio. Agora, o problema passa a ser de quem recebeu a mensagem. Alegar ignorância já não cabe como desculpa. E por ai vão todos os absurdos desta nossa vida moderna, onde mandar e-mails, torpedos e outros substituem a conversa franca, a rapidez de raciocínio necessária para contra argumentar e fazer com que o outro concorde, aceite ou pelo menos respeite o seu ponto de vista. Acredito que essas mensagens rápidas contribuam para o ganho de tempo de pessoas que são tão ocupadas com assuntos mais relevantes. Mas tudo tem limites, não é mesmo?

Por isso, cada vez mais, condicionamos nossos sentidos e ficamos destreinados para situações onde devemos segurar nossas emoções. Quando isso acontece ao vivo, ficamos como o marisco, entre a onda e a pedra, tentando equilibrar esse turbilhão de sentimentos que trava a língua, que deságua muitas vezes num choro sentido ou numa raiva irracional. O jeito é manter a calma, tentar subir para respirar, continuar remando até chegar naquele porto seguro que só a gente sabe onde fica. "Segura sua onda" é o dito popular - construa seu aterro e fique esperando o moço da água de coco chegar. Até o próximo mergulho...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mensagens Alarmistas

Como vem circulando pela Internet, acho importante repassar informações sobre prevenção e cuidados com a alimentação para evitar o surto de gripe mas não concordo com o alarmismo que está acontecendo, tanto na rede quanto na TV. Conforme citado numa dessas mensagens que eu também recebi, carniceiros como são, dá para acreditar que a TV deixaria de mostrar situações alarmantes sobre a gripe e superlotação nos hospitais? Também comparar esse surto com a Gripe Espanhola, que ocorreu há quase 1 século, onde o nível de conhecimento dos seres humanos sobre a prevenção e a medicina era inferior ao que temos hoje é o mesmo que comparar computador e mimeógrafo... e daí vale citar até Hittler e seus cadáveres... acho tudo isso um saco!

Como diz o pediatra das crianças, não há como evitar esse novo tipo de vírus - ele vai circular pela população, vai matar muita gente que tem problemas imunológicos, bem como pessoas saudáveis que apresentem complicações e só teremos relativa imunidade depois que ja o tivermos contraido - como o vírus da gripe sofre mutação, a que ocorreu neste ano é diferente da do ano passado e também será diferente da do ano que vem. Salvo pessoas que realmente estão no grupo de risco (grávidas, soropositivos, recem nascidos, convalescentes, etc) não vale a pena viver em sintonia com o medo, ficar sem sair de casa, só esperando pelo pior. Acreditar em Deus e saber que nenhuma folha de árvore cai sem a Sua permissão é o maior antiviral que podemos tomar. Todos os dias.

domingo, 19 de julho de 2009

Mudança e Vitória

"Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço."

Mudar o quê e para quê? É possível passar a vida toda (ou pelo menos bons anos dela)com os mesmos gostos, as mesmas reações, lembranças, assuntos, medos, receitas, parâmetros, preconceitos... acredite: há pessoas assim. Para cada ação uma reação - mesmo que seja repetida. Agora, se você se irrita com isso, paciência! Cabe a você tirar essa bendita paciência do útero - pois quem não quer mudar não está nem aí se é irritante, inconveniente, cansativo, previsível e mais. Olha o próprio umbigo e acha que ele é lindo, único e necessário. Mudar para quê se sou perfeito? Se essa fórmula deu certo e as pessoas me aceitam assim? Dá uma preguiça, essa coisa de mudança...

Pensar desta maneira faz com que percamos ótimas oportunidades de melhoria, de identificarmos até onde podemos ir com atitudes, comentários, ironias...

Vencer a si próprio é a maior das vitórias. E a melhor das mudanças.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Cabeça Pensante

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Obrigação

Fico perplexa diante da capacidade que o ser humano tem de enaltecer futilidades e se alimentar delas como um carneiro que regurgita e come a mesma massa durante dias e dias...ou anos, até. Viver no passado, do passado, recontar as mesmas histórias, viver e reviver sofrimentos, alegrias que não voltam mais - temos a OBRIGAÇÃO de barrar isso em nossas vidas e viver o presente - dádiva que Deus nos deu e que não tem esse nome por mero acaso.
Sofrível esse quadro atual de milhões de pessoas no mundo todo deprimidas pela morte de um ícone dos anos 80 (que, vamos combinar, Michael Jackson deveria ter ficado por lá mesmo) que carrega em si uma carga pra lá de negativa tanto na sua carreira profissional - seu maior sucesso fala de uma noite de terror com demônios e zumbis - e na vida pessoal, seu sofrimento quando criança, suspeita de negação da raça, mutação física, pedofilia, neuroses, viciação e outros. Claro que nada disso invalida seus esforços para diminuir a fome na África ou manter instituições de auxílio à crianças - ninguém é 100% bom ou ruim. Ele apenas cumpriu sua caminhada evolutiva e passou por tudo isso por que tinha que passar, fazendo escolhas equivocadas como todos nós. Meu objetivo não é critica-lo mas sim dizer que está na hora ou melhor, passou da hora da humanidade acordar e ter lucidez para absorver e propagar mensagens mais elevadas... é isso.

P.S.: ok, eu também dancei muito esses passinhos ridículos e como defesa tenho a meu favor que na década de 80 eu era criança e não sabia falar inglês.

domingo, 7 de junho de 2009

Refletir é necessário

Alimentar a alma, arejar a cabeça, reescrever a nossa trajetória... tudo é possível sem qualquer movimento externo. Derrubar mitos, duvidar de toda unanimidade, questionar conceitos. Imprimir uma nova fórmula, fora da ordem estabelecida, subversiva. Bem vindo ao clube!

Necessário citar algumas frases de Mahatma Gandhi ...

"Um homem não pode fazer as coisas certas em um departamento de sua vida enquanto erra em qualquer outro. A vida é um todo indivisível."

"Desconfiança é a melhor parte do conhecimento."

"O único tirano que aceito neste mundo é a voz interior, suave e serena."

"A vida merece algo além do aumento da sua velocidade."


Paz interior, liberdade infinita...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Seleção Natural...

Todos os dias, a cada minuto, informações de variadas fontes, de diversas maneiras, nos alcançam e somos obrigados a reagir - a todo momento. Simples, a fórmula: para cada ação, uma reação. Por isso a necessidade iminente de filtrar as informações que recebemos, o que nem sempre é possível. Talvez por isso eu prefira a mídia impressa, escolher a notícia que vou absorver, o bom e velho jornal de papel, a revista, o site, em detrimento dos telejornais onde a rapidez da fala do apresentador invade a mente com aquela informação desnecessária, de conteúdo agressivo e aí, a coisa já aconteceu...apenas resta mudar o canal ou desligar a TV. São os detalhes que formam o todo e esse detalhe - o da qualidade da informação - de algum tempo para cá, passou a ser objeto de minha atenção. Aprendi a ter uma visão mais crítica quanto a necessidade de saber determinadas notícias - a perguntinha "Em que isso vai melhorar a minha vida ou dos que me cercam?" cai muito bem, sempre. É fato que não defendo a alienação em relação aos acontecimentos que nos rodeiam, muito pelo contrário - leia o título da notícia, selecione e continue em frente...
Nesse tempo de informações globalizadas, de notícias de último minuto, devemos olhar para dentro mais atentamente pois é muito possível que o excesso de informação desnecessária esteja tomando o lugar onde deveria haver paz e tranquilidade. Essa é a nossa maior contribuição para a mudança do estado de espírito da humanidade em geral - a começar por nós mesmos.